Acervo de livros, quadros, esculturas, pintura, manuscritos, postais, fotografias, revistas e papéis de valor, entre outros objetos.

30/06/2026

A ECONOMIA NA EUROPA MEDIEVAL

 

 

Autor. Robert - Henri Bautier

Título original.  The Economic Development Of Medieval Europe

Editora original. Thames And Hudson, Londres. Ano de 1971

Tradução de António Gonçalves Mattoso. 

Editorial Verbo. Março de 1973 

 

O livro leva-nos numa viagem pelos cerca de mil anos da Idade Média, mas especialmente a partir do século XI, quando a economia europeia acorda de um longo sono. De repente há mais gente, as terras começam a produzir mais, aparecem técnicas agrícolas que fazem diferença mesmo, e o comércio… ah, o comércio explode!  descobrimos como as famosas Feiras de Champanhe se tornaram um autêntico motor da Europa, um ponto de encontro onde se cruzavam mercadores de Itália, de Flandres, da Alemanha, até do mundo muçulmano e bizantino. Era ali que se trocavam tecidos finos, especiarias, peles, metais, ideias… e dinheiro, claro. Porque o dinheiro volta a circular de verdade, nascem os cambistas que depois tranformam-se em banqueiros a sério, aparecem letras de câmbio, contas correntes rudimentares — tudo isso séculos antes do que normalmente associamos ao “mundo moderno”. Bautier não romantiza: mostra as crises brutais (a grande crise de meados do século XIV, com fome, peste e guerras que abanaram tudo), mas também explica como é que, mesmo depois do caos, a economia consegue reinventar-se e preparar o terreno para o que viria depois. É um livro que muda mesmo a forma como olhamos para a Idade Média. Deixa de ser uma época “escura” para passar a ser uma época de gente esperta, ambiciosa, que arriscava viagens longas, inventava formas de fazer negócio e, aos poucos, construiu as bases do capitalismo que conhecemos.

BIBLIOTECA SALVAT. GRANDES TEMAS. 10 VOLUMES. ( Ano de 1979 )

 


 

Vol 1 -  A POLUIÇÃO. Texto. Juan Senent

Vol. 2 -  HISTÓRIA MUNDIAL DESDE 1939. Texto. José Pernau

Vol 3 - A FORMAÇÃO DA TERRA. Texto. Antonio Dominguez

Vol 4 - O NASCIMENTO DE UMA CRIANÇA. Texto. Santiago Dexeus, José Mª Carrera, Alfonso _Fernandez-Cid

Vol 5 - O CINEMA, ARTE E INDÚSTRIA. Texto. Carlos Barbáchano

 

 

Vol 6 - OS ÁTOMOS. Texto. Amadeo Montoto

Vol 7 - ARTE ABSTRATA E ARTE FIGURATIVA. Texto. Frances Vicens

Vol 8 - A ORIGEM DO HOMEM. Texto. Emiliano Aguirre

Vol 9 - AS NOTÍCIAS E A INFORMAÇÃO. Texto. Manuel Vásquez Montalbán

Vol 10 - O SISTEMA SOLAR. Texto. José Miguel Vidal 

 A Biblioteca Salvat de Grandes Temas é uma famosa coleção enciclopédica e de divulgação cultural editada pela Salvat nas décadas de 1970 e 1980. Cada volume temático aborda um assunto específico com textos acessíveis e ilustrações, cobrindo áreas como ciência, história, arte e sociedade.

O MANUAL DO FOTÓGRAFO.


 

Autor. John Hedgecoe

Título original. The Photographer's Handbook

Copyright - 1977 by Dorling Kindersley Ltd. London 

 Tradução de. Maria da Graça Oliveira

Porto Editora Ldª - 1982 

6ª edição. 

 

Um livro completo sobre técnicas fotográficas e equipamentos. Mais de 1250 ilustrações. Uma referência para todos os fotógrafos.

ÉPOQUES LOUIS XVI ET DIRECTOIRE

 

 

Autor. Jacques Ruppert.

Flammarion et Cte, Éditeurs.  

Copyright by R. Ducher,1931 


Les époques Louis XVI (1774-1785) et Directoire (1789-1804) marquent une transition majeure dans les arts décoratifs français. Ensemble, elles définissent l'âge d'or du néoclassicisme, en amorçant le passage de la délicatesse royale vers la rigueur architecturale inspirée de l'Antiquité. 
👑 L'Époque Louis XVI (1774 - 1792)
Le style Louis XVI marque une rupture avec l'exubérance du style Rocaille (Louis XV). [
  • Formes et Lignes : Retour à la ligne droite, à la géométrie stricte (carrés, ovales, rectangles) et à la symétrie parfaite. 
  • Les Piétinements : Les pieds en console (courbés) disparaissent au profit de pieds droits, fuselés, souvent ornés de cannelures (côtes creuses). 
  • Ornementation : Décorations inspirées de la Grèce et de Rome : nœuds de rubans, guirlandes de fleurs, médaillons, perles et rosaces.
  • Matières : Le bois massif et les placages d'essences variées sont privilégiés. Les sièges ont des dossiers souvent rectangulaires, en médaillon ou "en chapeau de gendarme". 
🗡️ L'Époque Directoire (1795 - 1799)
Véritable transition entre le style Louis XVI et le futur style Empire, le style Directoire simplifie et dépouille les formes dans un contexte révolutionnaire. 
  • Inspiration : Les symboles royaux (fleurs de lys, couronnes) sont remplacés par des symboles révolutionnaires ou antiques : losanges, étoiles, palmettes, sphinx et cygnes. 
  • Formes : Les lignes sont très épurées. Les galbes s'effacent complètement au profit de surfaces planes.
  • Innovations : C'est l'apparition de meubles emblématiques comme la méridienne ou le lit "bateau". Les pieds de chaises adoptent une forme cambrée dite "en sabre".
  • Matériaux : L'acajou massif est roi, souvent réhaussé de sombres filets d'ébène ou de citronnier pour créer du contraste. 
🏛️ Ce qui les rassemble : Le Néoclassicisme
  • L'influence de l'Antiquité : L'émergence des fouilles de Pompéi et d'Herculanum a inspiré les deux époques.
  • La structure : Les meubles Directoire gardent les bases techniques et structurelles du Louis XVI, mais dans une version plus sévère et rigide

CONSULAT - PREMIER EMPIRE LOUIS-PHILIPPE - NAPOLÉON III

 

 

Autor. Jacques Ruppert. Vice - Président de la Société de L'Histoire du Costume. Professor aux Écoles D'Artes Appliqués.

Flammarion et Cte, Éditeurs 

4º trimestre. 1947 


Luís Filipe e Napoleão III foram os dois últimos monarcas de França, governando de forma consecutiva entre 1830 e 1870. Ambos moldaram a transição da França para a era moderna, mas divergiram profundamente nas suas origens políticas, ideologias e no desfecho dos seus reinados. 
As Dinastias e Ramo Político
  • Luís Filipe I: Rei dos Franceses (1830–1848). Pertencia à Casa de Orléans. Subiu ao trono através da Revolução de Julho, que derrubou a linha conservadora da Casa de Bourbon. O seu governo ficou conhecido como a "Monarquia de Julho" e caracterizou-se pelo liberalismo moderado, beneficiando a alta burguesia.
  • Napoleão III: Presidente (1848–1852) e Imperador dos Franceses (1852–1870). Era sobrinho de Napoleão Bonaparte. Fundou o Segundo Império Francês, apoiando-se numa ideologia de populismo autoritário e nacionalismo, baseada na herança gloriosa do seu tio. 
O Contexto dos Golpes e Quedas
  • A ascensão de Luís Filipe: Foi impulsionado pelo clamor popular e liberal para salvar o país do absolutismo, criando uma monarquia constitucional.
  • A queda de Luís Filipe: Devido à sua recusa em expandir o direito de voto e ao aumento da pobreza, foi deposto pela Revolução de 1848, que instaurou a Segunda República. 
  • A ascensão de Napoleão III: Eleito primeiro presidente da Segunda República. Sem conseguir a reeleição constitucional, realizou um autogolpe em 1851 e restaurou o Império um ano depois.
  • A queda de Napoleão III: O seu império ruiu durante a Guerra Franco-Prussiana, quando foi derrotado e capturado na Batalha de Sedan em 1870, pondo fim à monarquia em França. 
Legado e Modernização
  • Modernização: Durante o reinado de Luís Filipe, a industrialização avançou, com expansão ferroviária e crescimento económico.
  • A França de Napoleão III: O seu reinado transformou Paris, com o redesenho urbano do Barão Haussmann, e modernizou as infraestruturas, o sistema bancário e a expansão colonial frances

LES ARTS DÉCORATIFS. Todos os 5 volumes - História completa dos padrões de trajes, design e moda

 

La célèbre collection « Les Arts décoratifs - Le Costume » désigne la grande encyclopédie de référence en 5 volumes écrite par l'historien Jacques Ruppert et publiée par Flammarion. Cette série richement illustrée retrace l'histoire de la mode de l'Antiquité jusqu'à la fin du XIXᵉ siècle, en se concentrant sur la France. 
Les 5 Tomes de la Collection
  • Tome I : Antiquité et Moyen-Âge
  • Tome II : Renaissance et époque Louis XIII
  • Tome III : Époques Louis XIV et Louis XV ( Em Falta )
  • Tome IV : Époques Louis XVI et Directoire
  • Tome V : Consulat, Premier Empire, Louis-Philippe et Napoléon III 
Où consulter ou acheter ces ouvrages ?
  • Bibliothèque : Les ouvrages de référence sont disponibles pour consultation à la Bibliothèque du MAD située à Paris, spécialisée dans le design, le textile et l'histoire de la mode. [1]
  • Achat d'occasion : Vous pouvez trouver les éditions originales ou les rééditions sur des plateformes de livres rares comme AbeBooks ou eBay.
a collection "Les Arts décoratifs - Le Costume" désigne une célèbre série d'ouvrages didactiques écrite par l'historien Jacques Ruppert et publiée par les éditions Flammarion. Cette encyclopédie de référence retrace l'évolution de la mode et de l'habillement, de l'Antiquité jusqu'au XIXe siècle. [1, 2, 3, 4, 5]
L'édition de référence se compose de 5 volumes richement illustrés : [1]
  • Tome I : Antiquité et Moyen-Âge
  • Tome II : Renaissance et Louis XIII
  • Tome III : Louis XIV et Louis XV ( Em Falta )
  • Tome IV : Louis XVI et Directoire
  • Tome V : Consulat, Premier Empire, Louis-Philippe et Napoléon III

O MODO DE PRODUÇÃO ASIÁTICO

 

 

Autor. C.E.R.M. (Centro de Estudos e de Pesquisas Marxistas)

 1ª Edição. 27 de Fevereiro de 1974

Seara Nova - Lisboa 

Esta recolha de textos, não inclui o trabalho de Ferenc Tokei ( La Pensée. nº 114, Abril de 1964, p p. 7-32 ) que constitui parte de um trabalho mais vasto publicado em França sob o título. " Sur le mode de production asiatique ", Budapeste. Akademial kiado. 1966 

Colecção. Universidade livre. 

Edições Serara Nova. Ano de 1974 


O Modo de Produção Asiático é um sistema socioeconómico da Antiguidade baseado na agricultura irrigada, dependente de grandes obras estatais (sociedades hidráulicas). Caracteriza-se pela ausência de propriedade privada, onde o Estado (controlado por reis teocráticos) é dono das terras e explora a mão de obra de camponeses em regime de servidão coletiva.
 Origem e Sociedades Hidráulicas
O termo foi formulado pelo filósofo Karl Marx para descrever as primeiras civilizações estatais que surgiram nas margens de grandes rios, onde o clima árido exigia controle rigoroso da água. Exemplos notáveis incluem:
  • Egito Antigo: ao longo do Rio Nilo.
  • Mesopotâmia: entre os rios Tigre e Eufrates.
  • Índia: vales dos rios Indo e Ganges.
  • China: bacia do Rio Amarelo.
Estrutura Política e Social
  • Estado Teocrático e Despótico: O poder estava centralizado nas mãos de um líder (como o faraó no Egito) considerado um deus ou representante divino. O governo era absolutista, sem espaço para contestações. 
  • Sociedade Estamental: ( A a palavra “estamento” vem de “estado” ou “status”. Esse conceito descreve geralmente a Idade Média e a organização feudal na Europa) A mobilidade social era inexistente ou muito restrita. A pirâmide social era encabeçada pelo monarca, seguida por nobres, sacerdotes, burocratas (escribas), guerreiros, comerciantes, camponeses e, em menor escala, escravos.
Economia e Trabalho
  • Propriedade Estatal: A terra não pertencia a indivíduos, mas sim ao Estado.
  • Servidão Coletiva: A principal base de trabalho não era a escravidão (como na Grécia ou Roma), mas sim a servidão coletiva. Os camponeses trabalhavam nas terras do Estado e, durante o período de cheia dos rios, eram obrigados a realizar obras públicas (canais, diques e pirâmides).
  • Pagamento de Tributos: Os trabalhadores entregavam parte significativa da sua colheita como forma de imposto, chamado de corveia real. 
 Dinâmica e Redistribuição
Todo o excedente produzido e arrecadado pelo Estado era centralizado e armazenado. Essa reserva servia para manter a burocracia (sacerdotes, exército e funcionários públicos) e garantir a sobrevivência da população durante períodos de seca ou fome. O comércio era fortemente controlado pelo Estado e voltado para a importação de artigos de luxo.